Na pacata — mas nunca quieta — cidade de Brejo dos Santos, no Sertão paraibano, o clima pegou fogo na final da Libertadores. Palmeiras de um lado, Flamengo do outro, e no meio disso tudo… um dos episódios mais aleatórios da história do futebol local: o caso "Bruninha".
Tudo começou quando um palmeirense raiz — daqueles que já nascem com o hino decorado — resolveu se infiltrar no grupo de WhatsApp “FlaBDS”, usando um perfil fake chamado "Bruninha". Foto de perfil com filtro de borboleta, bio cheia de emojis de coração e uma risadinha “rsrsrsrs” estrategicamente colocada no status. O plano era claro: resenha, caos e, se desse, boas gargalhadas.
O problema é que o flamenguista da vez caiu na armadilha mais rápido que Deyverson fazendo o gol do título. Bastaram três mensagens, dois áudios misteriosos e um “rsrsrsrs você é muito bebezinha 🤭” para o rapaz acreditar que tinha encontrado o amor da sua vida… mesmo sem saber que a tal Bruninha calçava 42 e gritava “AVANTI PALMEEEIRAS” cada vez que o time atacava.
A coisa escalou quando o flamenguista, todo emocionado, marcou um encontro romântico com Bruninha para depois da carreata. Cinema? Restaurante? Não! O ponto de encontro seria na Praça Central, porque ali, sim, é onde romances sérios se resolvem — ou se desmoronam. O palmeirense se aproveitou da inocência do flamenguista e deu um perdido nele depois da carreata, não comparecendo ao encontro. Até hoje, Bruninha é um mistério.
Afinal, quem é essa "senhora"?
Folha Brejo-Santense com informações confidenciais


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