O pastor Sinval Ferreira, de 42 anos, foi condenado a 11 anos e 3 meses de prisão pelos crimes de violação sexual mediante fraude e extorsão de fiéis, no Distrito Federal. A decisão da Justiça reconheceu que ele se aproveitava da posição de líder religioso para manipular vítimas, explorar a fé e cometer abusos.

De acordo com o processo, Sinval convencia fiéis de que os atos praticados faziam parte de supostos “tratamentos espirituais”, “unções” ou rituais para “quebrar maldições” e alcançar curas. Em relatos, o suposto pastor ingeria o esperma de fiéis, cometia condutas abusivas e ainda exigia dinheiro das vítimas.

Entre os relatos apurados, consta que o líder religioso alegava que práticas consideradas absurdas e humilhantes seriam necessárias para a cura de doenças, como úlceras gástricas. A Justiça classificou essas ações como fraudulentas, abusivas e criminosas.

As investigações apontaram que os crimes ocorreram de forma reiterada, com abuso de confiança e grave violação da dignidade das vítimas. Na sentença, o Judiciário reforçou que nenhuma crença religiosa pode ser utilizada para justificar coerção, violência ou qualquer tipo de exploração.

WATV
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