A família do paraibano da cidade de Catolé do Rocha, Vicente Oliveira, se deparou recentemente com uma situação inesperada. Descobriram que ele tinha sido dado como morto.
Tudo veio a tona quando se dirigiram a uma agência bancária para receber o primeiro pagamento do Benefício de Prestação Continuada – BPC, que conseguiram por causa de sua condição de saúde. Ele tem problemas psicológicos. Ao tentar sacar o dinheiro, não conseguiram e descobriram que ele tinha registro de óbito ocorrido ha 15 anos.
Mais estranho ainda foi o INSS ter concedido o benefício tendo ele sido dado como morto.
Mas o que aconteceu? Vamos entender.
Segundo a família, há alguns anos, Vicente foi levado para Natal (RN) por um casal de primos que se ofereceu para cuidar dele. Recentemente, de volta para a sua cidade de origem, os familiares decidiram tentar o Benefício e conseguiram, porém, não tiveram acesso por causa do tal registro de óbito.
Os familiares de Vicente Oliveira teriam descoberto que os primos residentes em Natal forjaram um atestado de óbito para receber um seguro de vida em nome de Vicente. A suspeita é de uso de documentos falsificados para declarar a morte e obter vantagem financeira indevida. 🕵️♂️📑
Agora, a família busca a retificação do registro civil e pretende acionar a Justiça para responsabilizar os culpados.
As informações foram repassadas pela sobrinha de Vicente Oliveira, Mara Queiroz (@maraqueiroz_)
Sidney Silva

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